20/01/2017

Carboni Iveco promove vídeo com depoimento de clientes de cargas pesadas




A Carboni Iveco surpreendeu mais uma vez, divulgando em suas redes sociais mais um vídeo com experiências reais de clientes de caminhões pesados da marca nos nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

Apostando no produto e no relacionamento com o mercado, a Carboni, convidou algumas transportadoras, para contar, como é a experiência de ter um caminhão pesado da Iveco na frota. As respostas não pouparam elogios a marca e ao caminhão e também a concessionária, pela atenção e suporte.

Ilói Lunardi da Transportadora Lunardi de Xaxim-SC também deixou seu testemunho sobre o caminhão "Hoje é um caminhão que não dá problema, dá pouca manutenção e a média também está muito boa". Para o Tiago da Lunardi, a Carboni presta um bom atendimento e suporte aos clientes "A Carboni, sempre esteve conosco, nos orientando nos dando o suporte técnico necessário. Estão de parabéns” afirmou Tiago.

Para Jacó Rauber e Valdir Lazarotto, da Sementes Lazarotto, de Entre Ijuís-RS os pesados são exemplo de força e potência “O sistema de trem de força, é muito forte, um caminhão agressivo. Feito para o extrapesado, que enfrenta lama, subida, pedra”, confirmam. 

Já o Sadi Morgan, da Marechal Transportes, de Chapecó (SC) garante “A gente vai para estrada e sabe que não vai ter problema”.

O motorista Alceu da TCPort de Itajaí-SC contou que mesmo com uma carga média de 48 toneladas o Iveco Hiway tem excelente desempenho na estrada. "Eu sou das antigas e o caminhão eu costumo dizer que sobra marcha nas subidas".

Com 10 concessionárias, localizadas em pontos estratégicos nos estados de Santa Catariana e Rio Grande do Sul, a Carboni é a casa dos caminhões Iveco no Sul do Brasil. A empresa oferece mais do que caminhões, oferece soluções completas de logística e transporte, estende o atendimento desde a consultoria de compra em caminhões novos e usados, serviços, peças genuínas, pneus, consórcio, até treinamento de motoristas para otimização de resultados dos produtos.

   Confira na íntegra:




17/01/2017

Case IH comemora 175 anos de vanguarda em equipamentos agrícolas




A Case IH, líder mundial na produção de equipamentos agrícolas, está iniciando um ano de comemorações do seu 175º aniversário na sede mundial da marca em Racine, no estado do Wisconsin, nos Estados Unidos. Foi lá, na beira do Rio Root, que o fundador Jerome Increase Case instalou a Racine Threshing Machine Works para produzir uma máquina revolucionária, projetada para acelerar a separação dos grãos após a colheita.

"Acho incrível ver até onde o setor agrícola e a nossa empresa chegaram durante os últimos 175 anos, especialmente devido ao fato de que hoje estamos mais fortes do que nunca", afirma Andreas Klauser, presidente da Case IH. “O que sempre guiou nosso enfoque inovador foi fornecer aos clientes as tecnologias, constantemente aprimoradas, que lhes permitem cultivar de forma mais eficiente e rentável”, conclui.

Jerome Case iniciou essa tradição trabalhando amplamente com equipamentos agrícolas antes de começar seu próprio negócio, que se tornou sua paixão para a vida inteira. “Ele acreditava que cada peça de um equipamento fabricado por sua empresa precisava cumprir a promessa da marca e cuidava disso pessoalmente. Há um relato de que ele viajou para outro estado para investigar um problema em um produto, mesmo já em idade avançada. Esses princípios continuam nos inspirando e orientando até hoje", conta Klauser.

"Tenho certeza de que se Jerome Case visse a empresa hoje, imediatamente reconheceria que os valores essenciais defendidos durante todos aqueles anos ainda estão no centro de tudo o que fazemos. Não tenho dúvidas de que ele aprovaria o fato de envolvermos clientes em cada nova linha, modelo ou atualização de produto por meio do nosso design de produto voltado para o cliente. Contudo, o que ele acharia do conceito do trator autônomo, só podemos imaginar!", comenta Klauser.

"Quando olho para a enorme transformação que se deu na agricultura durante os últimos 175 anos, é muito empolgante pensar no que poderíamos conquistar nos próximos 175 anos. Tenho certeza de que isso será discutido durante nossas comemorações junto com os clientes, distribuidores e funcionários.", conclui o presidente da marca.

Fonte: CNHI Press

16/01/2017

Iveco termina o Rally Dakar 2017 no pódio




A 12ª etapa do rali mais famoso do mundo marcou o final da 39ª edição do Dakar 2017. Com um trajeto especial de 64 quilômetros, começando e terminando em Rio Cuarto, na Argentina. O líder da equipe Petronas De Rooy Iveco, Gerard De Rooy, conquistou a terceira colocação na categoria caminhões. 

Com outro Iveco Powerstar, Federico Villagra terminou na terceira posição no geral. O argentino fecha a competição com um bom desempenho, demonstrando o seu potencial pelo segundo ano consecutivo com a Iveco. 

1. Nikolaev – Kamaz

2. Sotnikov – Kamaz

3. De Rooy – Iveco

4. Villagra – Iveco


Fonte: Panorama Iveco

13/01/2017

Gerard de Rooy preparado para a penúltima etapa do Rally Dakar 2017






O Rally Dakar 2017 fechou um dia completo de corrida pela primeira vez em uma semana, entre Chilecito e San Juan, no Oeste da Argentina. A etapa 10 foi a maior da competição e não trouxe bons resultados para os pilotos Iveco. Gerard De Rooy foi o melhor colocado, terminando em 7º. O holandês é o terceiro no geral e, junto com o Iveco Powestar e com o motor Cursor 13, da FPT Industrial, está preparado para as duas últimas fases do rali. 

Federico Villagra, com o Powestar, terminou em 9º e mantém a quarta colocação na classificação da categoria caminhões. Com o Iveco Trakker, Ton van Genugten e Wuf van Ginkel fecharam a prova em 13º e 15º respectivamente. 

Hoje os pilotos rodam por 759 km até Rio Cuarto, na 11ª etapa. Os competidores estão se aproximando de Buenos Aires, onde no sábado, 14, acontece a ceromônia de entrega dos troféus aos vencedores da edição 2017 do rali, que terá percorrido nove mil quilômetros ao longo das rotas da América do Sul. 

Resultados Etapa 10 - Dakar 2017 

1. Eduard Nikolaev (Kamaz) 5h33m06s

2. Dmitry Sotnikov (Kamaz) + 7m01s

3. Airat Mardeev (Kamaz) + 7m41s

4. Siarhei Viazovich (Maz) + 12m51s

5. Ales Loprais (Tatra) + 16m04s

Fonte: Iveco Press

09/01/2017

Iveco lidera Rally Dakar 2017




O Rally Dakar 2017 está na metade da competição, depois de pilotos e equipes chegarem ao acampamento em La Paz, na Bolívia, e após as más condições do clima cancelarem a etapa que seria realizada no sábado. Gerard De Rooy, da equipe Petronas De Rooy Iveco, é o líder da categoria caminhões com o seu Powestar. O piloto holandês tem duas vitórias consecutivas nas etapas 4 e 5, e é o atual campeão do rali. 

Federico Villagra, com o Powestar, está na sexta posição no geral. Ton van Genugten, em 23º, e Wuf van Ginkel, em 25º, apostam na força do Iveco Trakker e dos motores FPT Industrial para alcançarem o Top 10. 

Hoje, os competidores seguem para a cidade boliviana de Uyuni em um trajeto de 322 quilômetros cronometrados. A partir de amanhã o Dakar volta para a Argentina e cruza Salta, Chilecito, San Juan e Rio Cuarto, até a chegada em Buenos Aires, no próximo dia 14. 

As novidades do Rally Dakar estão no site www.iveco.com/dakar

Classificação Geral - Dakar 2017

1. Gerard de Rooy (Iveco) 14h06m07s

2. Eduard Nikolaev (Kamaz) + 2m23s

3. Dmitry Sotnikov (Kamaz) + 6m36s

4. Airat Mardeev (Kamaz) + 16m32s

5. Pascal de Baar (Renault Trucks) + 32m25s

----------------------------------

6. Federico Villagra (Iveco) + 34m30s

23. Ton van Genugten (Iveco) + 6h07m03s

25. Wuf van Ginkel (Iveco) + 7h04m34s

Fonte: Panorama Iveco

Estados que possuem salário Base para trabalhadores da agricultura supera mil reais



Começou a valer no dia 1º de janeiro o novo salário mínimo nacional. De R$ 880, o valor passou para R$ 937: um reajuste de 6,47%. Alguns estados seguem o valor estabelecido pelo governo federal e outros têm legislação sobre piso próprio. Veja os valores por estado no final da matéria.

A correção do salário mínimo altera os valores de benefícios sociais, como o seguro-desemprego e o seguro-defeso, pago a pescadores.

O reajuste também trará correções na tabela de contribuições ao INSS. As empregadas domésticas que recebem salário mínimo e que recolhem 8%, a contribuição passa de R$ 70,40 para R$ 74,96. A parte do patrão, que também contribui com 8% do salário, sobe para R$ 74,96.

Para quem procura entrar na Justiça, sem advogado, o limite do valor das ações também é corrigido. No Juizado Especial Federal, o teto é de até 60 salários mínimos e o valor máximo das ações passa de R$ 52.800 para R$ 56.220. Já no Juizado Especial Cível, cujo limite das causas é de 20 salários mínimos, o teto sobe para R$ 18.740.

A boa notícia é que os trabalhadores cujo Estado possui em regime de aumentos salários próprios, a base salarial ainda fica acima do mínimo nacional, confira a tabela.

SANTA CATARINA

Possui tabela própria. Ainda não há acordo sobre reajuste em 2016. Os valores em vigor até são:

R$ 1.009: trabalhadores na agricultura e na pecuária; nas indústrias extrativas e beneficiamento; em empresas de pesca e aquicultura; empregados domésticos; em turismo e hospitalidade; nas indústrias da construção civil; nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos; em estabelecimentos hípicos; e empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.

R$ 1.048: trabalhadores nas indústrias do vestuário e calçado; nas indústrias de fiação e tecelagem; nas indústrias de artefatos de couro; nas indústrias do papel, papelão e cortiça; em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas; empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas; empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e nas indústrias do mobiliário.

R$ 1.104: trabalhadores: nas indústrias químicas e farmacêuticas; nas indústrias cinematográficas; nas indústrias da alimentação; empregados no comércio em geral; e empregados de agentes autônomos do comércio.

R$ 1.158: trabalhadores: nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico; nas indústrias gráficas; nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana; nas indústrias de artefatos de borracha; em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito; empregados motoristas do transporte em geral e empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.

Fonte: G1

06/01/2017

BNDES amplia prazo de financiamento da Finame para 10 anos




A Finame, linha de financiamento de bens de capital do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), teve seu prazo ampliado de cinco para dez anos na nova política operacional anunciada nesta quinta-feira, 5, pela instituição. O custo da linha será integralmente em taxa de juros de longo prazo (TJLP, hoje em 7,5% ao ano).

O financiamento a máquinas e equipamentos passará a ter apenas três linhas: aquisição, produção e modernização de bens de capital. A nova Finame vai incorporar a antiga Finame Agrícola, enquanto a Finame Leasing foi extinta.

A participação máxima do BNDES nos financiamentos da Finame vai variar. Para aquisição de bens de capital por grandes empresas, o padrão passa a ser máximo de 60% do custo em TJLP.

Apenas no caso de bens com maior eficiência energética, como ônibus e caminhões híbridos, elétricos e movidos a combustíveis limpos, ela poderá chegar à condição incentivada, isto é, 80% do custo do financiamento em TJLP.

Para incentivar o aumento da frota de veículos menos poluentes, o banco vai diminuir gradualmente sua participação no financiamento à compra de ônibus e caminhões movidos a diesel por grandes empresas. Ela irá de até 50% em TJLP em 2017 para até 40% em 2018, caindo a no máximo 30% em 2019.

No caso de micro, pequenas e médias empresas, também haverá redução, mas a fatia em TJLP passa de 80% em 2017 a até 70% no ano que vem, chegando a um teto de 60% em 2019.

Redução de linhas

Com a nova política operacional anunciada nesta quinta-feira, a primeira mudança geral em nove anos, o BNDES viu seus instrumentos financeiros (linhas de financiamento, produtos, programas) caírem de 100 para 50.

Somente no Finem, linha para as grandes empresas e projetos, 22 diferentes linhas de crédito foram condensadas em quatro. Na verdade, são duas grandes linhas com sublinhas.

Na linha Incentivada A, os projetos podem ter até 80% em TJLP. Na linha Incentivada B, até 60% em TJLP. A linha Padrão A pode receber até 30% em TJLP, enquanto a Padrão B não terá crédito subsidiado. Nenhum projeto terá mais de 80% em TJLP.

“Programas são os que o BNDES executa como agente do governo. Todo o resto, vamos chamar de linhas”, explicou a presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, ressaltando que a nova política operacional simplifica as linhas de crédito.

Segundo a executiva, a política operacional anterior tinha uma lógica setorial e os produtos e programas de financiamento respondiam a isso. “Como o banco passou a atuar mais extensiva, essa coisa foi crescendo”, disse Maria Silvia, referindo-se à proliferação de linhas.

Para a presidente do BNDES, a ideia é que o papel do banco no futuro não seja mais definido pelo volume de empréstimos, mas sim pelo impacto de bons projetos. “Emprestar mais ou menos depende da demanda”, disse Maria Silvia. Segundo a executiva, o banco agora “quer emprestar muito para ter muito impacto na economia”.

Classificação de MPME

A nova política operacional do BNDES alterou a classificação de porte das micro, pequenas e médias empresas (MPME). O corte passou de R$ 90 milhões para R$ 300 milhões de receita operacional bruta anual para enquadramento na categoria.

A ideia é ampliar o acesso ao crédito a este segmento. A estimativa é que cerca de 1,5 mil empresas possam obter financiamento em melhores condições no BNDES.

Linha emergencial

O banco anunciou ainda a criação da Linha Emergencial, voltada para a retomada econômica de empresas localizadas em municípios afetados por calamidades naturais. Nesse caso o financiamento do investimento será 100% em TJLP.

Vitória para Gerard de Rooy na quarta etapa do Rally Dakar 2017



Líder da equipe Petronas De Rooy Iveco, piloto holandês brigou quilômetro a quilômetro para conquistar sua primeira vitória na competição

O rali mais difícil do mundo cruzou a fronteira para a Bolívia, onde os competidores tiveram que lidar com mais de 3.500 metros de altitude e com as dificuldades de navegação nas dunas antes da cidade de Tupiza. Para o atual campeão da categoria caminhões, Gerard De Rooy, essa foi uma etapa especial, já que marca sua primeira vitória na edição do Dakar 2017. A durabilidade do Iveco Powestar e a força do motor Cursor 13, da FPT Industrial, foram decisivas para a vitória. 

A Iveco colocou mais três pilotos no Top 10: Federico Villagra (Powestar), em 5º, Ton van Genugten (Trakker) em 7º e Wuf van Ginkel (Trakker) em 10º. Na classificação geral, Villagra está na segunda posição e Gerard De Rooy na quinta colocação. 

A caravana do Rally Dakar segue para a cidade boliviana de Oruro por um trajeto de 632 quilômetros. 

Os destaques da quinta etapa do rali e as notícias sobre a equipe Iveco estão no site www.iveco.com/dakar

Resultados Fase 4 - Dakar 2017 

1. Gerard De Rooy (Iveco) 4h55m55s

2. Airat Mardeev (Kamaz) + 30s

3. Anton Shibalov (Kamaz) + 3m07s

4. Dmitry Sotnikov (Kama) + 7m37s

5. Federico Villagra (Iveco) + 16m37s

Fonte: CNHi Press

05/01/2017

Federico Villagra garante mais um pódio para a Iveco




O argentino Federico Villagra brilhou na terceira etapa do Rally Dakar 2017, com 780 km percorridos, conquistando a terceira posição. O piloto também é o terceiro melhor na classificação geral. O dia foi de esforço redobrado para as equipes em todas as categorias em termos de navegação, com estradas com mais de 4 mil metros acima do nível do mar na rota para a cidade argentina de San Salvador de Jujuy. 

Ton van Genugten terminou em 12º, Wuf van Ginkel em 16º, ambos pilotando o Iveco Trakker, e Gerard de Rooy, líder da Petronas da equipa De Rooy Iveco, com o Iveco Powestar, chegou em 18º. 

Nessa quinta-feira o Dakar irá atravessar a fronteira em direção à Bolívia, onde as equipes terão pela frente trechos de altitude elevada, deserto e vasta gama de temperaturas. Serão 416 km com estradas que passam dos 3 mil metros acima do nível do mar até a cidade boliviana de Tupiza. A força dos motores Cursor 13, da FPT Industrial, mais uma vez vai impulsionar os caminhões Iveco nesse desafio. 

Detalhes do Rally Dakar no site www.iveco.com/dakar

Resultados Fase 3 - Dakar 2017 

1. Eduard Nikolaev (Kamaz) 2h45m51s

2. Martin Kolomy (Tatra) + 3m48s

3. Federico Villagra (Iveco) + 4m33s

4. Siarhei Viazovich (Maz) + 5m36s

5. Hans Stacey (Man) + 11m38s


Fonte: CNHi Press

Prêmios para soja do Brasil quase dobram ante safra passada



Os prêmios oferecidos por compradores de soja nos portos brasileiros para embarque do grão em fevereiro estão 90 por cento acima do registrado no mesmo período da temporada passada, apesar da perspectiva de uma chegada antecipada de carregamentos ao mercado e de uma safra recorde no país.

Segundo especialistas, os prêmios oferecidos estão mais elevados numa tentativa de estimular as vendas de produtores, que têm ocorrido em volumes abaixo da média dos últimos anos, e refletem também uma boa demanda pelo grão do Brasil.

Compradores ofertaram prêmio de 0,57 dólar por bushel sobre o primeiro contrato da bolsa de Chicago para carregamento em fevereiro no porto de Paranaguá na quarta-feira, ante oferta de 0,30 dólar por bushel no mesmo período da safra passada, segundo dados da Thomson Reuters.

"Se jogassem um prêmio muito abaixo, não conseguiriam originar nada. Tem demanda firme e do outro lado o produtor está reticente em vender", destacou o diretor de commodities da INTL FCStone, Glauco Monte.

O Brasil está começando a colher uma safra recorde de mais de 100 milhões de toneladas em 2016/17 e os trabalhos deverão ser acelerados em janeiro, colocando no mercado grandes volumes em um período em que normalmente ainda seria de final de entressafra.

Contudo, as vendas antecipadas por parte dos produtores rurais estão muito baixas nesta temporada. Até dezembro, apenas 34 por cento da produção nacional já havia sido negociada, ante 44 por cento no mesmo período da temporada anterior e 40 por cento da média histórica, segundo levantamento da consultoria AgRural.

"A expectativa é uma safra muito boa no Brasil... e que a gente tenha uma colheita precoce. Os compradores estão aparecendo e os exportadores estão tentando tirar mais soja da mão do produtor", disse o analista Pedro Dejneka, presidente da AGR Brasil, em Chicago.

A retração dos agricultores deve-se aos preços relativamente baixos da soja em real, que são resultado de uma combinação entre os preços internacionais, a cotação do dólar e o prêmio no porto.

A soja foi negociada no porto de Paranaguá a 74,52 reais por saca na quarta-feira, segundo o indicador Cepea/BM&FBovespa, quase 24 por cento abaixo do pico do ano passado, registrado em junho e quase 9 por cento abaixo do registrado em 4 de janeiro de 2016.

As cotações da soja no mercado nacional estão pressionadas principalmente por uma queda no câmbio, o dólar era negociado a mais de 4 reais em janeiro de 2016, ante patamar atual de 3,20 reais.

Fonte: Agrolink