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19/06/2019

Governo anuncia Plano Safra 2019/2020 com R$ 225,59 bilhões para apoiar produtores

Sob o lema "Uma só agricultura alimentando o Brasil e o mundo", o Plano Safra 2019/2020 contará com R$ 225,59 bilhões para apoiar pequenos, médios e grandes produtores, anunciou o governo federal nesta terça-feira, ao apresentar o programa durante cerimônia no Palácio do Planalto. No ano passado, foram liberados R$ 225,3 bilhões. “Achei que esse plano não ia sair desse jeito. Nasceu a criança. O presidente é amigo do produtor rural. Tenho falado isso por onde passo”, disse a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, no evento.
Do total disponibilizado, R$ 222,74 bilhões são para crédito rural, sendo R$ 169,33 bilhões para custeio, comercialização e industrialização. Outros R$ 53,41 bilhões serão destinados para investimento, R$ 1 bilhão para seguro rural e R$ 1,85 bilhão para apoio à comercialização. Este último será liberado por meio das modalidades de aquisição direta ao produtor e via contratos de opção de venda e subvenção de preços.

As taxas de juros para custeio, comercialização e industrialização foram mantidas em níveis que permitem apoio adequado ao produtor rural, de acordo com o Ministério da Agricultura. Elas são de 3% e 4,6% ao ano para pequenos produtores, participantes do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), 6% ao ano para médios produtores incritos Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e de 8% ao ano para demais produtores. Nas linhas destinadas a investimentos, os juros cobrados irão variar de 3% a 10,5% ao ano. 

Segundo a ministra, o aumento nos recursos atesta o compromisso do presidente Jair Bolsonaro com o setor agropecuária. “Aumentam os recursos para a agricultura de baixo carbono (Plano ABC), programas de inovação, tecnologia, irrigação, correção de solo e produção de leite, suínos e aves”, defendeu.

Mais recursos para subvenção do Pronaf 

Beneficiários do Pronaf terão R$ 31,22 bilhões à disposição para custeio, comercialização e investimento, e estão garantidos recursos de custeio para produção de alimentos básicos como arroz, feijão, mandioca, trigo, leite, frutas e hortaliças. O governo também assegurou a verba para investimento na recuperação de áreas degradadas, cultivo protegido, armazenagem, tanques de resfriamento de leite e energia renovável.
“Pela primeira vez, o Tesouro Nacional disponibiliza mais recursos para subvenção do Pronaf do que para os demais. São R$ 5 bilhões para equalizar juros, valor recorde”, afirmou Tereza Cristina. De acordo com seu ministério, o governo reservou R$ 500 milhões para construção ou reforma de moradias de pequenos agricultores, valor é considerado suficiente pela pasta para construir até 10 mil casas.

O agricultor familiar também conta com seguro para cobertura da perda da safra no caso de seca, chuva excessiva, granizo, geada e outros problemas climáticos. Atualmente, cerca de 299 mil lavouras em mais de 3 mil municípios estão seguradas, o que equivale a um valor segurado de R$ 10,2 bilhões. O seguro atende 120 culturas diferentes existentes na agricultura familiar.

Médio produtor terá atividade fortalecida

Para o médio produtor, os recursos para o Pronamp passaram para R$ 26,49 bilhões, R$ 6,46 bilhões a mais que o programado na safra 2018/2019, o que representa aumento de 32% nas verbas do programa. "Toda a agricultura, independentemente de seu porte, desempenha papel fundamental para garantir a nossa segurança alimentar e de nossos 160 parceiros comerciais", finalizou a ministra.

Os produtores que já não se enquadram no Pronaf também poderão ser beneficiados. Haverá ainda a possibilidade de financiamento de assistência
técnica ao médio produtor, inclusive aos pecuaristas, nas operações de crédito.

Financiamento

O governo está estendendo para o setor rural o Patrimônio de Afetação, que permitirá ao produtor desmembrar seu imóvel para oferecer como garantia nos financiamentos agropecuários. Com isso, o produtor não terá de oferecer toda a sua fazenda para garantir uma operação. "Hoje só pode oferecer a propriedade inteira como garantia, o que causa grandes transtornos”, comentou a ministra. O produtor terá mais opções em bancos privados.
Uma Medida provisória, editada junto com o Plano Safra, permite que a Cédula de Produto Rural (CPR) seja emitida com correção pela variação cambial, viabilizando a emissão de CRA e CDCA no exterior. A ideia é o produtor tomar empréstimo mais barato no Brasil e em outros países. Aumento dos recursos da LCA para o crédito rural: R$ 55 bilhões.

Seguro rural

Em 2020, será destinado R$ 1 bilhão para subvencionar a contratação de apólices do seguro rural em todo o país. Esse é o maior montante que o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) já recebeu desde sua criação em 2004. Com esse valor, cerca de 150,5 mil produtores rurais poderão ter a safra segurada. Devem ser contratadas 212,1 mil apólices, com a cobertura de 15,6 milhões de hectares e valor segurado de R$ 42 bilhões.

Aplicativo Plantio Certo

A partir da safra 2019/2020, o produtor rural poderá acessar dados do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) por meio de aplicativo para tablets e smartphones: o Zarc Plantio Certo. A ideia é tornar a consulta mais fácil e rápida pelo aplicativo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP). Até então, as informações eram publicadas somente em portarias e no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Com o aplicativo, o produtor seleciona quatro variáveis: município, tipo de solo, cultura e ciclo da planta. O sistema faz um cálculo e indica qual a melhor época do ano para fazer o plantio e o nível de risco de perdas (20%, 30% e 40%). Além disso, o app traz dados sobre quantidade de dias sem chuva e temperaturas (mínima e máxima) por dez dias e análises do sistema Agritempo e AgroAPI Embrapa sobre armazenamento de água no solo.

18/02/2019

Previsão de safra recorde anima o agronegócio

Clima favorável e dinâmica de preços incentiva produção no Brasil em 2019.
Uma ótima notícia para o setor de agronegócio brasileiro: a previsão é de que em 2019 seja registrada a maior safra da história, com 238,41 milhões de toneladas de grãos, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento – Conab. Como consequência, espera-se um aumento do PIB liderado pela produção agrícola.

Como esperado, o principal crescimento será na colheita de soja, milho e algodão. As chuvas antecipadas e intensas deste ano, além da dinâmica favorável de preços dos grãos,animam os produtores para investir em lavoura e área plantada. Isso significa também investimentos em máquinas agrícolas, o que deve ter um importante impacto neste mercado em 2019.

Exportações

As exportações também poderão subir, atingindo a casa de U$ 100 bilhões, segundo a Associação Brasileira do Agronegócio – Abag. A expectativa é que a disputa comercial entre Estados Unidos e China alavanque os preços da soja, incentivando a produção. 

Porém, o milho poderia ser um pouco prejudicado caso os produtores norte-americanos produzissem mais deste grão para competir no mercado de exportações. 

Carboni Case 

Para alimentar a demanda da safra recorde no próximo ano, o investimento em renovação e manutenção de máquinas é imprescindível. Para isso, o produtor rural pode contar com a Carboni Case, que além de máquinas novas com a tecnologia Case IH, conta com um amplo estoque de máquinas seminovas, conheça os Usados de Produtividade acesse: 
https://maquinas.carboniseminovos.com.br. Para receber um atendimento personalizado para seu negócio, entre em contato e boa safra!

14/02/2019

Carboni passa a representar a marca Case IH no litoral catarinense


Uma excelente notícia para nossos amigos do campo: a Carboni Case IH está ampliando sua área de atendimento para fortalecer a atuação da marca Case IH com os produtores rurais de Santa Catarina. O endereço da nova concessionária será divulgado durante o mês de março.

A novas regiões assumidas pela Carboni são: Tubarão, Blumenau, Criciúma, Florianópolis, Joinville, Itajaí, Tabuleiro e Tijucas. As principais culturas desta região são: o arroz com área cultivada de 130 mil hectares, milho e o fumo com mais de 25 mil hectares cultivados.

Com isso, a atual região de atuação da Carboni Case IH - que também compreende as regiões Campos de Lages, Joaçaba, Blumenau, Curitibanos, Ituporanga e Rio do Sul - compreende cerca de 50% da produção agrícola do estado de Santa Catarina com destaque para as culturas de soja (230 mil hectares), milho (180 mil hectares) e Arroz (229 mil hectares cultivados) mais de 130 mil hectares de arroz, 25 mil hectares de milho e fumo.

A Carboni Case IH chega ao litoral catarinense para apresentar soluções para o homem do campo, desde o plantio até a colheita, com a melhor tecnologia e suporte técnico do mercado.

Venha conhecer nossas soluções para a sua lavoura produzir muito mais. Repense sua produtividade com a Carboni Case.

11/09/2018

Carboni realiza Dia da Produtividade Case IH em Campos Novos

Clientes foram recebidos em Campos Novos para tarde de conversas e negócios
Na quarta-feira dia 05 de setembro, a Carboni Case de Campos Novos/SC abriu suas portas para uma tarde de negócios com os produtores e clientes da região. Para conversar e tirar dúvidas sobre produtividade, estiveram presentes Antônio de Sá, supervisor comercial, Geovani Zappe, especialista de marketing, e Eduardo Rech, especialista Crop Production. Também houve exposição de máquinas Case, como a plantadeira Easy Riser, a linha de pulverizadores Patriot, colheitadeiras Axial Flow e os tratores Farmall. Além disso, os clientes também puderam se familiarizar com toda a linha de peças e serviços de pós-venda da Carboni Case.

A tarde foi destinada para explicação e testes de produtos, com assessoria dos técnicos da Case que mostraram aos clientes como aproveitar ao máximo suas máquinas e assim fazer sua lavoura ganhar em lucros. Durante a noite, houve uma palestra com o tema “Plantabilidade – as escolhas certas podem garantir uma boa safra”, com o professor José Henning, de Florianópolis. Para finalizar, foi oferecido um delicioso jantar.
Leonardo Carboni, diretor da Carboni Case, reafirma o compromisso da marca com os produtores da região. “O produtor que está com a Carboni sabe que pode contar conosco, pois estamos sempre atentos ao seu desenvolvimento. Oferecemos produtos de qualidade que facilitem o dia a dia na lavoura, e a assistência no pós-venda que eles tanto precisam, desde o plantio até a colheita”.

Ricardo Rosa, gerente da concessionária de Campos Novos, comenta sobre o evento. “Mais uma vez a Carboni Case mostra aos seus clientes sua força e presença. Demonstramos que temos uma estrutura e estamos dispostos a atendê-los em todas as etapas de produção agrícola, com máquinas e serviços da melhor qualidade. Este Dia da Produtividade serviu muito mais do que apresentar os lançamentos do ano, serviu também para fortalecer nossas parcerias com os produtores”, diz.
O supervisor Antônio de Sá pontuou a relação da Carboni com a marca Case. “As histórias são muito semelhantes: são duas empresas que tem sua origem familiar e preservam essa cultura de estar próximos das pessoas, entendendo o problema do cliente para ajudá-lo a resolver da melhor maneira. Por isso estamos aqui, para repensar juntos a produtividade desses agricultores e aumentar a lucratividade de suas lavouras”, afirma.

Felipe Figueiredo, produtor de soja de Campos Novos e cliente da Carboni Case, avaliou como positivo o dia passado na concessionária. “Estou muito satisfeito em ser cliente da Carboni e estar convidado para o evento, que é extremamente importante para este período do ano em que estamos nos preparando para o plantio”, diz.

27/04/2018

FPT Cursor 9 entrega força máxima e economia de combustível no campo

Presente nos tratores e colhedoras de cana da Case IH, motor da FPT Industrial passou por uma série de aprimoramentos que garantem a performance superior e maior vida útil do mercado agrícola
A evolução na agricultura não para. Atenta à realidade, a FPT Industrial, um dos maiores fabricantes de motores industriais do mundo, desenvolve continuamente motores alinhados às necessidades do homem do campo. O Cursor 9 é um deles. O propulsor, que equipa a linha de tratores e colhedoras de cana da Case IH, entrega o máximo desempenho com o menor consumo de combustível, sem abrir mão da durabilidade e da evolução tecnológica.

Desde 2012, o motor turbodiesel de 8,7 litros passou por uma série de aprimoramentos, começando pela eficiência no consumo de combustível, com o redimensionamento de componentes como cabeçote, válvulas de admissão e escape visando durabilidade. Além disso recebeu novos filtros de combustível, turbo refrigerado à água, nova central eletrônica, resultando na fácil acessibilidade aos itens de manutenção, intervalos de trocas de óleo de 600 horas e maior vida útil do mercado.

Ao todo foram quase 20 mil horas de testes em campo ao longo de três anos, assegurando a melhor performance e o melhor conjunto mecânico.

“Com o motor FPT Cursor 9, o cliente pode esperar alta performance, baixo consumo de combustível e durabilidade nas operações de cana de açúcar”, aponta o Especialista em Marketing Produto da FPT, André Faria.

Na linha Case IH, o Cursor 9 dá força a um dos mais potentes tratores de chassi rígido do mundo: o Magnum 380 CVT, de 380 cv. Mesmo produzindo uma potência superior, o motor da FPT consegue força extra no modelo para atender às condições extremas da agricultura, graças ao sistema Power Boost. Com ele, chega a incríveis 435 cv de potência. O sistema APM (Gerenciamento Automático de Produtividade) controla automaticamente a relação de transmissão e a velocidade, reduzindo o consumo de combustível sensivelmente.

Desde 2016, a Case IH também implantou mais de 103 melhorias nas colhedoras de cana. Entre as novidades das séries A8000 e A8800, equipadas com o Cursor 9 de 358 cv, estão uma nova curva de potência do motor, o ventilador inteligente do radiador e o Auto Turn, que automatiza o acionamento e o desligamento das funções de colheita a cada manobra. Os operadores que utilizam adequadamente as novas ferramentas têm obtido de 6% a 12% de economia de combustível, em média, quando comparados aos modelos anteriores, além de menor desgaste dos componentes.

Produtividade comprovada
Quem utiliza a máquina no dia a dia, aprova. A Agroterenas, empresa que atua na produção de cana-de-açúcar, laranja in natura e suco concentrado de laranja em São Paulo e Mato Grosso do Sul, adquiriu quatro colhedoras de cana A8810DA com espaçamento duplo alternado e já colhe os resultados.

“O motor da máquina é parte fundamental da engenharia do projeto, deve ser compatível para que não falte potência e não gere consumo adicional. No geral, estamos contentes com a performance”, afirma o diretor da empresa, João Guilherme Iglézias.

Ampla gama de motores no agronegócio
Além do Cursor 9, a FPT oferece uma ampla gama de motores para aplicação no agronegócio. A família começa pelo S8000 de 3 ou 4 cilindros e vai até o Cursor 13, passando pelo NEF de 4 ou 6 cilindros, mecânico e eletrônico.

01/06/2017

Agropecuária Carboni realiza treinamento de trabalho em equipe


No dia 26 de maio foi realizado o treinamento “Trabalho em Equipe” da Agropecuária Carboni, com auxílio do SENAR, com 19 participantes.

A psicóloga e instrutora de treinamentos, Gisele Luize Kramer, promoveu dinâmicas de solução de problemas que somente podem ser resolvidos em equipe, onde a participação de cada participante contribui diretamente para a resolução da situação.

O treinamento tem como objetivo, ressaltar a importância de se trabalhar em equipe para o desenvolvimento pessoal e organizacional.

Para Gisele, “O treinamento de Trabalho em Equipe contribui para o desenvolvimento social e pessoal dos funcionários e também para o crescimento da organização. Trabalhar em equipe faz com que cada profissional envolvido no processo sinta-se seguro em tomar decisões e realizar suas tarefas aumentando desta forma a produtividade."

Essa iniciativa faz com que a equipe compreenda a importância de se relacionar com os colegas e desenvolver suas atividades em busca do resultado coletivo.



03/05/2017

Case IH é a marca mais votada no Prêmio Trator do Ano




A Case IH foi a marca mais votada pelo júri popular do Prêmio Trator do Ano, e o modelo Magnum 380 foi escolhido como “Design do Ano 2017”, na mesma votação. O anúncio foi feito durante a 24ª edição da Agrishow, principal feira latino americana de agronegócio, que acontece até 05 de maio em Ribeirão Preto (SP).

“Somos reconhecidos pela nossa tecnologia avançada e por trazer soluções inovadoras para o agricultor brasileiro. Este prêmio é o reconhecimento não só do nosso produto, mas principalmente do nosso trabalho junto ao cliente”, comemora Mirco Romagnoli, Vice-presidente da Case IH para a América Latina. Que completa: “é duplamente gratificante receber essa homenagem no ano que comemoramos globalmente os 175 anos da marca”.

Escolhido como o “Design do Ano 2017”, o trator Magnum 380 reúne força, ergonomia e conforto de operação, além do robusto motor FPT Industrial com potência máxima de 441 cv e suspensão dianteira integral, que garante mais estabilidade para as operações, além, é claro, do belo design futurista. O trator Magnum 380 possui a mesma plataforma do Autônomo, o trator totalmente automatizado, exclusivo Case IH.

Fonte: CNH Press

23/02/2017

Agropecuária Carboni Promove Curso NR-35 Trabalho em Altura

Durante o dia 22 de fevereiro, a Agropecuária Carboni ofereceu um curso realizado pelo Senar - Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, para os trabalhadores do setor de produção, manutenção da fábrica de rações e empresas parceiras. As aulas tiveram módulo teórico pela parte da manhã, e à tarde aula prática na fábrica de rações.

O curso tem como objetivo instruir sobre a norma NR 35 Trabalho em Altura, que estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o Trabalho em Altura, envolvendo o planejamento, organização e execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

Assuntos tratados:
NR 35 - Trabalho em Altura
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual;
Carga Horária de 08:00 horas










08/02/2017

Nova plantadeira Case Easy Riser 3200




Entre as principais novidades apresentadas pela Case IH no Show Rural Coopavel desse ano, que acontece entre os dias 6 e 10 de fevereiro, em Cascavel (PR), está a nova plantadeira Easy Riser 3200. Com menos pontos de lubrificação (apenas dois em toda a máquina), o agricultor reduz em até oito horas por mês o tempo parado para lubrificação.

“Além de oferecer maior disponibilidade do equipamento, buscamos também a melhor capacidade de plantio com o menor dano às sementes, usando nosso dosador Precision Planting”, comenta Roberto Biasotto, gerente de Marketing de Produto da Case IH.

Com a maior capacidade de armazenamento de adubo (+25%) e de semente (+30%), a nova Plantadeira Easy Riser 3200 consegue plantar 3,8 hectares a mais. Somado a isso, oferece o melhor corte de palha, com discos de 20’’ e suporte em garfo duplo, desencontro entre as linhas de 400 mm e flexibilidade para trabalhar nas mais variadas condições de plantio.

“Trabalhamos muito para o desenvolvimento de uma plantadeira que estivesse alinhada com as demandas de nosso cliente e com o desempenho que eles esperam no campo”, finaliza Biasotto.

Fonte: CNH Press

03/02/2017

A Carboni Case estende prazos de financiamento




A Carboni Case Máquinas Agrícolas, por meio do Banco CNHI Capital saiu na frente e já realiza operações financeiras com prazo estendido de até oito anos. Agora, além das melhores tecnologias o produtor rural tem prazo estendido de financiamento da sua máquina agrícola.

Com a aproximação da safra e a expectativa de uma grande colheita, cerca de 15% maior que no ano de 2016 segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Para tanto, o produtor rural precisa de tecnologia de ponta nos seus equipamentos para ter o desempenho desejável na produtividade e qualidade da colheita.

Quem deseja aproveitar essa condição da Carboni Case, precisa ficar atento ao prazo da campanha que vai até dia 30 de março deste ano e é válida para todos os produtores rurais com blocos de nota, na aquisição de tratores com tecnologia Case IH.

17/01/2017

Case IH comemora 175 anos de vanguarda em equipamentos agrícolas




A Case IH, líder mundial na produção de equipamentos agrícolas, está iniciando um ano de comemorações do seu 175º aniversário na sede mundial da marca em Racine, no estado do Wisconsin, nos Estados Unidos. Foi lá, na beira do Rio Root, que o fundador Jerome Increase Case instalou a Racine Threshing Machine Works para produzir uma máquina revolucionária, projetada para acelerar a separação dos grãos após a colheita.

"Acho incrível ver até onde o setor agrícola e a nossa empresa chegaram durante os últimos 175 anos, especialmente devido ao fato de que hoje estamos mais fortes do que nunca", afirma Andreas Klauser, presidente da Case IH. “O que sempre guiou nosso enfoque inovador foi fornecer aos clientes as tecnologias, constantemente aprimoradas, que lhes permitem cultivar de forma mais eficiente e rentável”, conclui.

Jerome Case iniciou essa tradição trabalhando amplamente com equipamentos agrícolas antes de começar seu próprio negócio, que se tornou sua paixão para a vida inteira. “Ele acreditava que cada peça de um equipamento fabricado por sua empresa precisava cumprir a promessa da marca e cuidava disso pessoalmente. Há um relato de que ele viajou para outro estado para investigar um problema em um produto, mesmo já em idade avançada. Esses princípios continuam nos inspirando e orientando até hoje", conta Klauser.

"Tenho certeza de que se Jerome Case visse a empresa hoje, imediatamente reconheceria que os valores essenciais defendidos durante todos aqueles anos ainda estão no centro de tudo o que fazemos. Não tenho dúvidas de que ele aprovaria o fato de envolvermos clientes em cada nova linha, modelo ou atualização de produto por meio do nosso design de produto voltado para o cliente. Contudo, o que ele acharia do conceito do trator autônomo, só podemos imaginar!", comenta Klauser.

"Quando olho para a enorme transformação que se deu na agricultura durante os últimos 175 anos, é muito empolgante pensar no que poderíamos conquistar nos próximos 175 anos. Tenho certeza de que isso será discutido durante nossas comemorações junto com os clientes, distribuidores e funcionários.", conclui o presidente da marca.

Fonte: CNHI Press

09/01/2017

Estados que possuem salário Base para trabalhadores da agricultura supera mil reais



Começou a valer no dia 1º de janeiro o novo salário mínimo nacional. De R$ 880, o valor passou para R$ 937: um reajuste de 6,47%. Alguns estados seguem o valor estabelecido pelo governo federal e outros têm legislação sobre piso próprio. Veja os valores por estado no final da matéria.

A correção do salário mínimo altera os valores de benefícios sociais, como o seguro-desemprego e o seguro-defeso, pago a pescadores.

O reajuste também trará correções na tabela de contribuições ao INSS. As empregadas domésticas que recebem salário mínimo e que recolhem 8%, a contribuição passa de R$ 70,40 para R$ 74,96. A parte do patrão, que também contribui com 8% do salário, sobe para R$ 74,96.

Para quem procura entrar na Justiça, sem advogado, o limite do valor das ações também é corrigido. No Juizado Especial Federal, o teto é de até 60 salários mínimos e o valor máximo das ações passa de R$ 52.800 para R$ 56.220. Já no Juizado Especial Cível, cujo limite das causas é de 20 salários mínimos, o teto sobe para R$ 18.740.

A boa notícia é que os trabalhadores cujo Estado possui em regime de aumentos salários próprios, a base salarial ainda fica acima do mínimo nacional, confira a tabela.

SANTA CATARINA

Possui tabela própria. Ainda não há acordo sobre reajuste em 2016. Os valores em vigor até são:

R$ 1.009: trabalhadores na agricultura e na pecuária; nas indústrias extrativas e beneficiamento; em empresas de pesca e aquicultura; empregados domésticos; em turismo e hospitalidade; nas indústrias da construção civil; nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos; em estabelecimentos hípicos; e empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.

R$ 1.048: trabalhadores nas indústrias do vestuário e calçado; nas indústrias de fiação e tecelagem; nas indústrias de artefatos de couro; nas indústrias do papel, papelão e cortiça; em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas; empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas; empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e nas indústrias do mobiliário.

R$ 1.104: trabalhadores: nas indústrias químicas e farmacêuticas; nas indústrias cinematográficas; nas indústrias da alimentação; empregados no comércio em geral; e empregados de agentes autônomos do comércio.

R$ 1.158: trabalhadores: nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico; nas indústrias gráficas; nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana; nas indústrias de artefatos de borracha; em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito; empregados motoristas do transporte em geral e empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.

Fonte: G1

06/01/2017

BNDES amplia prazo de financiamento da Finame para 10 anos




A Finame, linha de financiamento de bens de capital do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), teve seu prazo ampliado de cinco para dez anos na nova política operacional anunciada nesta quinta-feira, 5, pela instituição. O custo da linha será integralmente em taxa de juros de longo prazo (TJLP, hoje em 7,5% ao ano).

O financiamento a máquinas e equipamentos passará a ter apenas três linhas: aquisição, produção e modernização de bens de capital. A nova Finame vai incorporar a antiga Finame Agrícola, enquanto a Finame Leasing foi extinta.

A participação máxima do BNDES nos financiamentos da Finame vai variar. Para aquisição de bens de capital por grandes empresas, o padrão passa a ser máximo de 60% do custo em TJLP.

Apenas no caso de bens com maior eficiência energética, como ônibus e caminhões híbridos, elétricos e movidos a combustíveis limpos, ela poderá chegar à condição incentivada, isto é, 80% do custo do financiamento em TJLP.

Para incentivar o aumento da frota de veículos menos poluentes, o banco vai diminuir gradualmente sua participação no financiamento à compra de ônibus e caminhões movidos a diesel por grandes empresas. Ela irá de até 50% em TJLP em 2017 para até 40% em 2018, caindo a no máximo 30% em 2019.

No caso de micro, pequenas e médias empresas, também haverá redução, mas a fatia em TJLP passa de 80% em 2017 a até 70% no ano que vem, chegando a um teto de 60% em 2019.

Redução de linhas

Com a nova política operacional anunciada nesta quinta-feira, a primeira mudança geral em nove anos, o BNDES viu seus instrumentos financeiros (linhas de financiamento, produtos, programas) caírem de 100 para 50.

Somente no Finem, linha para as grandes empresas e projetos, 22 diferentes linhas de crédito foram condensadas em quatro. Na verdade, são duas grandes linhas com sublinhas.

Na linha Incentivada A, os projetos podem ter até 80% em TJLP. Na linha Incentivada B, até 60% em TJLP. A linha Padrão A pode receber até 30% em TJLP, enquanto a Padrão B não terá crédito subsidiado. Nenhum projeto terá mais de 80% em TJLP.

“Programas são os que o BNDES executa como agente do governo. Todo o resto, vamos chamar de linhas”, explicou a presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, ressaltando que a nova política operacional simplifica as linhas de crédito.

Segundo a executiva, a política operacional anterior tinha uma lógica setorial e os produtos e programas de financiamento respondiam a isso. “Como o banco passou a atuar mais extensiva, essa coisa foi crescendo”, disse Maria Silvia, referindo-se à proliferação de linhas.

Para a presidente do BNDES, a ideia é que o papel do banco no futuro não seja mais definido pelo volume de empréstimos, mas sim pelo impacto de bons projetos. “Emprestar mais ou menos depende da demanda”, disse Maria Silvia. Segundo a executiva, o banco agora “quer emprestar muito para ter muito impacto na economia”.

Classificação de MPME

A nova política operacional do BNDES alterou a classificação de porte das micro, pequenas e médias empresas (MPME). O corte passou de R$ 90 milhões para R$ 300 milhões de receita operacional bruta anual para enquadramento na categoria.

A ideia é ampliar o acesso ao crédito a este segmento. A estimativa é que cerca de 1,5 mil empresas possam obter financiamento em melhores condições no BNDES.

Linha emergencial

O banco anunciou ainda a criação da Linha Emergencial, voltada para a retomada econômica de empresas localizadas em municípios afetados por calamidades naturais. Nesse caso o financiamento do investimento será 100% em TJLP.

05/01/2017

Prêmios para soja do Brasil quase dobram ante safra passada



Os prêmios oferecidos por compradores de soja nos portos brasileiros para embarque do grão em fevereiro estão 90 por cento acima do registrado no mesmo período da temporada passada, apesar da perspectiva de uma chegada antecipada de carregamentos ao mercado e de uma safra recorde no país.

Segundo especialistas, os prêmios oferecidos estão mais elevados numa tentativa de estimular as vendas de produtores, que têm ocorrido em volumes abaixo da média dos últimos anos, e refletem também uma boa demanda pelo grão do Brasil.

Compradores ofertaram prêmio de 0,57 dólar por bushel sobre o primeiro contrato da bolsa de Chicago para carregamento em fevereiro no porto de Paranaguá na quarta-feira, ante oferta de 0,30 dólar por bushel no mesmo período da safra passada, segundo dados da Thomson Reuters.

"Se jogassem um prêmio muito abaixo, não conseguiriam originar nada. Tem demanda firme e do outro lado o produtor está reticente em vender", destacou o diretor de commodities da INTL FCStone, Glauco Monte.

O Brasil está começando a colher uma safra recorde de mais de 100 milhões de toneladas em 2016/17 e os trabalhos deverão ser acelerados em janeiro, colocando no mercado grandes volumes em um período em que normalmente ainda seria de final de entressafra.

Contudo, as vendas antecipadas por parte dos produtores rurais estão muito baixas nesta temporada. Até dezembro, apenas 34 por cento da produção nacional já havia sido negociada, ante 44 por cento no mesmo período da temporada anterior e 40 por cento da média histórica, segundo levantamento da consultoria AgRural.

"A expectativa é uma safra muito boa no Brasil... e que a gente tenha uma colheita precoce. Os compradores estão aparecendo e os exportadores estão tentando tirar mais soja da mão do produtor", disse o analista Pedro Dejneka, presidente da AGR Brasil, em Chicago.

A retração dos agricultores deve-se aos preços relativamente baixos da soja em real, que são resultado de uma combinação entre os preços internacionais, a cotação do dólar e o prêmio no porto.

A soja foi negociada no porto de Paranaguá a 74,52 reais por saca na quarta-feira, segundo o indicador Cepea/BM&FBovespa, quase 24 por cento abaixo do pico do ano passado, registrado em junho e quase 9 por cento abaixo do registrado em 4 de janeiro de 2016.

As cotações da soja no mercado nacional estão pressionadas principalmente por uma queda no câmbio, o dólar era negociado a mais de 4 reais em janeiro de 2016, ante patamar atual de 3,20 reais.

Fonte: Agrolink

03/01/2017

Mapa libera R$ 100 milhões do seguro rural



O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) liberou nesta segunda-feira (26), mais R$ 100 milhões do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). O pagamento, realizado às seguradoras, que faz parte dos R$ 400 milhões previstos no orçamento deste ano para esse fim, “permite que o ministério se mantenha absolutamente em dia com tal compromisso”, disse o secretário de Política Agrícola, Neri Geller. Ele observou que tem feito grande esforço junto ao Ministério da Fazenda para viabilizar a execução e o pagamento de todo o orçamento previsto no programa, que é um dos que envolvem maior volume de recursos do Mapa.

Com a subvenção, o ministério paga parte do seguro adquirido pelo produtor, com margem que varia de 35% a 45% do valor do prêmio (preço). Os repasses às seguradoras estão sendo realizados dentro do cronograma previsto em contrato, no prazo de 90 dias após o recebimento da apólice.

Em reunião realizada com representante das seguradoras, em Brasília, o secretário de Política Agrícola, destacou o esforço do Mapa para executar o programa e cobrou melhorias nos produtos de seguro ofertados. “É preciso avançar nas condições e preços”, defendeu.

O seguro rural, voltado principalmente para enfrentar os riscos climáticos, cobre culturas como as de grãos, soja, milho e trigo, além de frutas, como a maçã e a uva.

Fonte: Suinocultura Industrial

Novos mercados são oportunidade para crescimento do agronegócio brasileiro



Os números do mercado indicam um crescimento no consumo de grãos e proteínas em todo o mundo. Essa expectativa é uma grande oportunidade de crescimento para a economia brasileira, segundo o engenheiro agrônomo, professor e pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), Marcos Favas Neves.

Em sua palestra com o tema “Tendências e Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro”, realizada no lançamento do Mapeamento da Suinocultura Brasileira, em novembro, o pesquisador apresentou números e projeções do mercado de alimentos no mundo, ressaltando o crescimento do agronegócio e o fato do Brasil ser visto como principal país com possibilidade de suprir a crescente demanda mundial de grãos e proteínas.

Ele ainda destaca a atenção para os novos mercados, que são fundamentais para o crescimento do agronegócio brasileiro nas exportações mundiais. “Mercados que antes não normalmente compravam nada chegam a movimentar hoje mais de US$ 2 milhões de dólares”, afirma ele.

Segundo o pesquisador, o Brasil deve ficar atento a países com grande população, poucos recursos produtivos e que estão se urbanizando, pois eles vão representar cada vez mais a chance de expansão para o mercado brasileiro.

Fonte: Suinocultura Industrial

30/12/2016

O que esperar do Agronegócio em 2017


O que esperar do agronegócio em 2017? Material elaborado pela CNA traça tendências para a agropecuária Assessoria Previsões do futuro são sempre arriscadas, mas quando estão balizadas em dados concretos e análises especializadas, tornam-se uma importante ferramenta para planejar os próximos passos de uma empresa ou de uma propriedade rural. Pensando nisso, a CNA (Confederação Nacional da Agricultura) divulgou o balanço da atividade agropecuária no ano de 2016 e as perspectiva para 2017.

O ano foi marcado por instabilidade política e imensas dificuldades econômicas, como inflação, aumento dos gastos públicos e encolhimento da economia. A esses desafios, o agronegócio respondeu com trabalho e produtividade. Apesar do fenômeno El Nino ter derrubado a safra nacional de grãos para o menor volume em seis anos, o setor mostra indícios de recuperação e se prepara para colher, em 2017, uma safra recorde.

Segundo a confederação, em 2016 o Paraná foi o Estado que apresentou a menor quebra na produção de grãos em relação ao ano anterior: apenas 5%. A projeção da CNA é que o PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio cresça 2% em 2017, enquanto o desempenho estimado para a economia é de expansão de 1,1%. A estimativa reflete a expectativa de uma boa safra e câmbio favorável, que devem influenciar positivamente os setores de insumos e produção primária.

Esse crescimento só não será maior por conta do baixo desempenho da agroindústria esperado para o próximo ano. No que se refere ao VBP (Valor Bruto de Produção) do setor agropecuário, a CNA observa que o cenário econômico internacional será o grande balizador dos preços das principais commodities agrícolas em 2017.

Com estoques mundiais em relativa normalidade e juros baixos nas economias desenvolvidas gerando especulação financeira em todo mundo, as inversões de capital externo não deverão ser aplicadas na produção e comercialização de produtos agropecuários.

Com isso, a previsão é que o VBP brasileiro atinja R$ 554,2 bilhões em 2017, um crescimento de 2,3% em relação a 2016. De acordo com a CNA, o crescimento do VBP deverá ser puxado pela agricultura, cuja expectativa para 2017 é de um faturamento de R$ 354,9 bilhões (3,4% a mais que em 2016). Para a pecuária, a projeção é de uma receita de R$ 199,2 bilhões (0,4% maior em relação a este ano).

As culturas que mais deverão contribuir para o aumento do VBP são o feijão, que deverá ter alta de 19,8%; algodão (alta de 15,1%); arroz (alta de 13,8%); milho, alta de 7,6%; frango (7,3%); laranja (7%) e soja, que deverá aumentar em 4,9%. Apesar da queda nas cotações da oleaginosa por conta das boas safras dos EUA e da Argentina, no Brasil é esperada uma safra recorde de 104 milhões de toneladas na temporada 2016/17.

Do outro lado, a CNA prevê queda no VBP do trigo deve encolher 17,6%; do cacau (queda de 11,1%); do café, queda de 6% por conta de quebra na produção de 11,4%; leite (queda de 4,6%) e carne bovina, cujo faturamento deve cair 0,5% como efeito da crise econômica que está levando o consumidor brasileiro a substituir a carne de boi pelo frango e pelo suíno.

Cadeias produtivas A produção de frangos no Brasil continuará crescendo uma média de 5% ao ano, atingindo em 2017, 14 milhões de toneladas. O país firma sua posição como segundo maior produtor mundial de frango, à frente da China e atrás dos EUA. A CNA estima que as exportações brasileiras devam crescer 5% no próximo ano, puxadas pela demanda dos países do Oriente Médio e da Ásia.

A produção mundial de milho deverá ser recorde na safra 2016/17 atingindo 1,023 bilhão de toneladas. Condições climáticas favoráveis e um aumento de área de 7,2% fazem com que os EUA mantenha a posição de principal produtor. No Brasil e na Argentina, houve aumento na área plantada e há expectativa de que o fenômeno La Nina favoreça a produtividade nas lavouras. A China, segundo maior produtor mundial, reduziu a área plantada em 5,6%. A área destinada ao milho verão no Brasil aumentou 4% nesta temporada, com isso, a produção estimada é de 27,7 milhões de toneladas contra 25,9 milhões de toneladas da safra anterior.

Para o milho safrinha, a estimativa é que seja plantada a mesma área do ano passado. A expectativa de produção recorde faz com que as cotações de milho no mercado internacional que já estão abaixo de US$ 4,00 o bushel baixem ainda mais no mercado interno.

A produção de frangos no Brasil continuará crescendo uma média de 5% ao ano, atingindo em 2017, 14 milhões de toneladas. O país firma sua posição como segundo maior produtor mundial, à frente da China e atrás dos EUA. A estimativa é que as exportações cresçam 5% no próximo ano, puxadas pela demanda dos países do Oriente Médio e da Ásia. No mercado doméstico, a procura por carne de frango e ovos continuará aquecida.


Fonte: CNHPress

28/12/2016

Aumento nas vendas de máquinas agrícolas: Produtores investem em tecnologia



Na propriedade onde o gerente de fazenda, Emerson Cézar é gerente, em Itapeva, são quase 800 hectares plantados com soja. A cultura é uma aposta para esse ano. Antes, o espaço era todo ocupado por gado e para dar conta do plantio, da pulverização, foi preciso investir em maquinário. Foram 12 no total que custaram quase R$ 4,5 milhões.

De janeiro a novembro, a venda de máquinas agrícolas no Brasil caiu 9% na comparação com o mesmo período do ano passado. Mas no segundo semestre, o setor mostra recuperação. É o que aponta o levantamento da Anfavea, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, de julho a novembro foram vendidas quase 22 mil máquinas. No segundo semestre do ano passado foram pouco mais de 18 mil unidades.

Um dos motivos para esse aumento nas vendas é a busca por novas tecnologias e quando se fala em inovação a Case IH é especialista no assunto, com a avançada agricultura de precisão (AFS) que permite, por meio de um software, ao produtor acessar todos os dados da lavoura pelo computador, é possível mapear a área plantada, o clima, a produtividade da área e muito mais, conheça os benefícios a Agricultura de Precisão na Carboni Case.
Fonte: Globo Rural

20/12/2016

Agropecuária Carboni celebra o ano de 2016


Com o objetivo de integrar e também agradecer, a Agropecuária Carboni promoveu na última sexta-feira (16) um jantar de confraternização com seus colaboradores, na localidade de Anta Gorda, em Videira.

Na ocasião estiveram presentes cerca de 240 pessoas, que participaram da homenagem aos colaboradores com mais tempo de serviço prestado a Agropecuária (de 10 a 35 anos), na oportunidade também foram premiadas as 03 melhores granjas, no quesito produtividade. E para fechar a noite de comemorações, um bingo de confraternização alegrou a noite de todos.

A Carboni completa 60 anos em 2017 e deseja que todos os colaboradores possam colher o resultado de sua dedicação, compromisso e amor plantados em 2016. Ano que vem estaremos juntos, gerando novas possibilidades.

14/12/2016

Nos próximos dez anos, ritmo de crescimento do agronegócio brasileiro será maior do que no resto do mundo

O desempenho do agronegócio brasileiro no período de 2016 a 2026 será melhor do que a média mundial para produtos como soja, milho, açúcar e carnes (bovina, suína e frango), aumentando a participação do País no mercado global. Apesar disso, não repetirá para os próximos dez anos a robusta taxa de crescimento apresentada na última década em relação à produção e às exportações das principais culturas.

A conclusão é do "Outlook Fiesp 2026 - Projeções para o Agronegócio Brasileiro", levantamento elaborado pelo Departamento de Agronegócio (Deagro) da Fiesp, que reúne diagnósticos e projeções do setor para a próxima década, em termos de produção, produtividade, consumo doméstico e exportações.

Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp, ressalta que "há muitos e grandes desafios de curto prazo, especialmente da situação econômica do País, que afetam diretamente o desempenho do agronegócio, mas também há muitas oportunidades". Skaf lembra que atualmente, 60% das exportações do setor passam por algum tipo de industrialização. "Precisamos abrir novos mercados, como o asiático, para aumentar essa proporção. Se o governo fizer o que precisa ser feito em termos de política comercial, alcançaremos números ainda mais significativos."

De acordo com o Outlook Fiesp 2026, a participação de mercado do Brasil nas exportações mundiais de soja, por exemplo, chegará a 49% em 2026, com crescimento anual de 4,6%, acima dos 2,7%, em média, dos demais produtores.

A projeção para o milho brasileiro, que passou a ser disputado no mercado internacional pela sua qualidade, é de crescimento anual de 8,8%, com a participação nas exportações mundiais indo a 23% ao final do período projetado. Para a safra 2025/2026, estima-se aumento de 21% no consumo interno, puxado pelo setor de proteínas animais.

Segundo o gerente do Deagro, Antonio Carlos Costa, 2017 também pode marcar o início da recuperação para as carnes, como a de frango e suína, que enfrentaram uma "tempestade perfeita" em 2016, com aumentos históricos dos custos de produção, somados ao consumo estagnado por conta da redução do poder de compra da população.

Mesmo com uma recuperação da economia em ritmo menor do que o esperado, esses segmentos devem ser os um dos primeiros a se beneficiar com uma melhora da conjuntura macroeconômica. O milho também deve contribuir para que o próximo ano seja melhor, com os preços voltando à paridade de exportação a partir da recuperação esperada para a segunda safra.

A projeção para os próximos dez anos para a carne suína também é favorável, com crescimento anual das exportações de 3,0% - contra retração de 1,2% ao ano na década anterior - e participação no mercado internacional de 10%. A carne de frango manterá sua expressiva fatia do mercado global, com 41% do total comercializado.

Riscos
O gerente do Deagro explica que o agronegócio já mostrou que não está blindado do que ocorre na economia brasileira, já que a queda na renda e na confiança do consumidor atingem o consumo de alimentos mais elaborados, e a situação fiscal do País lança um enorme desafio para a política agrícola brasileira - especialmente para o crédito e o seguro rural, instrumentos fundamentais para assegurar o desempenho futuro. O primeiro impacta diretamente os investimentos, com consequências para a produtividade das lavouras. Além disso, o ponto de equilíbrio do câmbio e o possível surgimento de uma onda protecionista jogam elementos adicionais de preocupação no curto prazo. "Para o país que detém o maior superávit comercial do agronegócio do mundo, movimentos protecionistas são ruins por princípio. No entanto, temos que estar atentos a oportunidades, mesmo com este horizonte, como uma maior aproximação com a Ásia, por exemplo".

Fonte: FMC News