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28/11/2018

Agropecuária Carboni realiza o 4º encontro dos integrados

Evento aconteceu no interior de Videira/SC
A Agropecuária Carboni realizou no dia 23 de novembro o 4º Encontro com seus Integrados. O evento aconteceu no salão de festas da comunidade de Imbuial, em Videira/SC. Na ocasião, foram premiados os melhores resultados do ano nas modalidades Comercial e Genéticas. Também teve um jantar especial para os convidados e seus familiares, com música ao vivo e distribuição de brindes.

Foi um evento descontraído e harmonioso. O propósito da Festa da Agropecuária Carboni é reconhecer o trabalho realizado pelos integrados. Assim, é promovido o comprometimento para continuar a atividade e reafirmar a parceria. Na agenda da Agropecuária Carboni está marcado também um evento de encerramento de ano junto aos seus colaboradores, no dia 14 de dezembro.


Agradecimento a todos, por fazerem parte da Equipe Agropecuária Carboni.

01/06/2017

Agropecuária Carboni realiza treinamento de trabalho em equipe


No dia 26 de maio foi realizado o treinamento “Trabalho em Equipe” da Agropecuária Carboni, com auxílio do SENAR, com 19 participantes.

A psicóloga e instrutora de treinamentos, Gisele Luize Kramer, promoveu dinâmicas de solução de problemas que somente podem ser resolvidos em equipe, onde a participação de cada participante contribui diretamente para a resolução da situação.

O treinamento tem como objetivo, ressaltar a importância de se trabalhar em equipe para o desenvolvimento pessoal e organizacional.

Para Gisele, “O treinamento de Trabalho em Equipe contribui para o desenvolvimento social e pessoal dos funcionários e também para o crescimento da organização. Trabalhar em equipe faz com que cada profissional envolvido no processo sinta-se seguro em tomar decisões e realizar suas tarefas aumentando desta forma a produtividade."

Essa iniciativa faz com que a equipe compreenda a importância de se relacionar com os colegas e desenvolver suas atividades em busca do resultado coletivo.



26/05/2017

Treinamento promove a interatividade e o trabalho em equipe


A Agropecuária Carboni, em parceria com o SENAR, promoveu nos dias 15 e 16 de maio o treinamento “Trabalho em Equipe”, com o instrutor Vanderlei Espedito Zanini, na Granja Taquara Verde I.

Foram 24 participantes, sendo dividido em duas turmas com duração de 8 horas cada.


Essa iniciativa teve como objetivo buscar a interação, respeito, cooperação entre os envolvidos. O trabalho em equipe vai muito além de se relacionar com os colegas de trabalho, mas entender principalmente como essa dinâmica pode interferir nos resultados. Uma equipe fortalecida e unida faz com que o fluxo de atividades seja positivo e garanta maior produtividade, além da harmonia entre o grupo.

O treinamento estava diretamente ligado ao comprometimento que a Agropecuária Carboni tem com seus colaboradores e visou o desenvolvimento e valorização das pessoas dentro da empresa.






03/05/2017

Case IH é a marca mais votada no Prêmio Trator do Ano




A Case IH foi a marca mais votada pelo júri popular do Prêmio Trator do Ano, e o modelo Magnum 380 foi escolhido como “Design do Ano 2017”, na mesma votação. O anúncio foi feito durante a 24ª edição da Agrishow, principal feira latino americana de agronegócio, que acontece até 05 de maio em Ribeirão Preto (SP).

“Somos reconhecidos pela nossa tecnologia avançada e por trazer soluções inovadoras para o agricultor brasileiro. Este prêmio é o reconhecimento não só do nosso produto, mas principalmente do nosso trabalho junto ao cliente”, comemora Mirco Romagnoli, Vice-presidente da Case IH para a América Latina. Que completa: “é duplamente gratificante receber essa homenagem no ano que comemoramos globalmente os 175 anos da marca”.

Escolhido como o “Design do Ano 2017”, o trator Magnum 380 reúne força, ergonomia e conforto de operação, além do robusto motor FPT Industrial com potência máxima de 441 cv e suspensão dianteira integral, que garante mais estabilidade para as operações, além, é claro, do belo design futurista. O trator Magnum 380 possui a mesma plataforma do Autônomo, o trator totalmente automatizado, exclusivo Case IH.

Fonte: CNH Press

23/02/2017

Agropecuária Carboni Promove Curso NR-35 Trabalho em Altura

Durante o dia 22 de fevereiro, a Agropecuária Carboni ofereceu um curso realizado pelo Senar - Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, para os trabalhadores do setor de produção, manutenção da fábrica de rações e empresas parceiras. As aulas tiveram módulo teórico pela parte da manhã, e à tarde aula prática na fábrica de rações.

O curso tem como objetivo instruir sobre a norma NR 35 Trabalho em Altura, que estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o Trabalho em Altura, envolvendo o planejamento, organização e execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

Assuntos tratados:
NR 35 - Trabalho em Altura
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual;
Carga Horária de 08:00 horas










08/02/2017

Nova plantadeira Case Easy Riser 3200




Entre as principais novidades apresentadas pela Case IH no Show Rural Coopavel desse ano, que acontece entre os dias 6 e 10 de fevereiro, em Cascavel (PR), está a nova plantadeira Easy Riser 3200. Com menos pontos de lubrificação (apenas dois em toda a máquina), o agricultor reduz em até oito horas por mês o tempo parado para lubrificação.

“Além de oferecer maior disponibilidade do equipamento, buscamos também a melhor capacidade de plantio com o menor dano às sementes, usando nosso dosador Precision Planting”, comenta Roberto Biasotto, gerente de Marketing de Produto da Case IH.

Com a maior capacidade de armazenamento de adubo (+25%) e de semente (+30%), a nova Plantadeira Easy Riser 3200 consegue plantar 3,8 hectares a mais. Somado a isso, oferece o melhor corte de palha, com discos de 20’’ e suporte em garfo duplo, desencontro entre as linhas de 400 mm e flexibilidade para trabalhar nas mais variadas condições de plantio.

“Trabalhamos muito para o desenvolvimento de uma plantadeira que estivesse alinhada com as demandas de nosso cliente e com o desempenho que eles esperam no campo”, finaliza Biasotto.

Fonte: CNH Press

03/02/2017

A Carboni Case estende prazos de financiamento




A Carboni Case Máquinas Agrícolas, por meio do Banco CNHI Capital saiu na frente e já realiza operações financeiras com prazo estendido de até oito anos. Agora, além das melhores tecnologias o produtor rural tem prazo estendido de financiamento da sua máquina agrícola.

Com a aproximação da safra e a expectativa de uma grande colheita, cerca de 15% maior que no ano de 2016 segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Para tanto, o produtor rural precisa de tecnologia de ponta nos seus equipamentos para ter o desempenho desejável na produtividade e qualidade da colheita.

Quem deseja aproveitar essa condição da Carboni Case, precisa ficar atento ao prazo da campanha que vai até dia 30 de março deste ano e é válida para todos os produtores rurais com blocos de nota, na aquisição de tratores com tecnologia Case IH.

09/01/2017

Estados que possuem salário Base para trabalhadores da agricultura supera mil reais



Começou a valer no dia 1º de janeiro o novo salário mínimo nacional. De R$ 880, o valor passou para R$ 937: um reajuste de 6,47%. Alguns estados seguem o valor estabelecido pelo governo federal e outros têm legislação sobre piso próprio. Veja os valores por estado no final da matéria.

A correção do salário mínimo altera os valores de benefícios sociais, como o seguro-desemprego e o seguro-defeso, pago a pescadores.

O reajuste também trará correções na tabela de contribuições ao INSS. As empregadas domésticas que recebem salário mínimo e que recolhem 8%, a contribuição passa de R$ 70,40 para R$ 74,96. A parte do patrão, que também contribui com 8% do salário, sobe para R$ 74,96.

Para quem procura entrar na Justiça, sem advogado, o limite do valor das ações também é corrigido. No Juizado Especial Federal, o teto é de até 60 salários mínimos e o valor máximo das ações passa de R$ 52.800 para R$ 56.220. Já no Juizado Especial Cível, cujo limite das causas é de 20 salários mínimos, o teto sobe para R$ 18.740.

A boa notícia é que os trabalhadores cujo Estado possui em regime de aumentos salários próprios, a base salarial ainda fica acima do mínimo nacional, confira a tabela.

SANTA CATARINA

Possui tabela própria. Ainda não há acordo sobre reajuste em 2016. Os valores em vigor até são:

R$ 1.009: trabalhadores na agricultura e na pecuária; nas indústrias extrativas e beneficiamento; em empresas de pesca e aquicultura; empregados domésticos; em turismo e hospitalidade; nas indústrias da construção civil; nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos; em estabelecimentos hípicos; e empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.

R$ 1.048: trabalhadores nas indústrias do vestuário e calçado; nas indústrias de fiação e tecelagem; nas indústrias de artefatos de couro; nas indústrias do papel, papelão e cortiça; em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas; empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas; empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e nas indústrias do mobiliário.

R$ 1.104: trabalhadores: nas indústrias químicas e farmacêuticas; nas indústrias cinematográficas; nas indústrias da alimentação; empregados no comércio em geral; e empregados de agentes autônomos do comércio.

R$ 1.158: trabalhadores: nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico; nas indústrias gráficas; nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana; nas indústrias de artefatos de borracha; em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito; empregados motoristas do transporte em geral e empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.

Fonte: G1

06/01/2017

BNDES amplia prazo de financiamento da Finame para 10 anos




A Finame, linha de financiamento de bens de capital do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), teve seu prazo ampliado de cinco para dez anos na nova política operacional anunciada nesta quinta-feira, 5, pela instituição. O custo da linha será integralmente em taxa de juros de longo prazo (TJLP, hoje em 7,5% ao ano).

O financiamento a máquinas e equipamentos passará a ter apenas três linhas: aquisição, produção e modernização de bens de capital. A nova Finame vai incorporar a antiga Finame Agrícola, enquanto a Finame Leasing foi extinta.

A participação máxima do BNDES nos financiamentos da Finame vai variar. Para aquisição de bens de capital por grandes empresas, o padrão passa a ser máximo de 60% do custo em TJLP.

Apenas no caso de bens com maior eficiência energética, como ônibus e caminhões híbridos, elétricos e movidos a combustíveis limpos, ela poderá chegar à condição incentivada, isto é, 80% do custo do financiamento em TJLP.

Para incentivar o aumento da frota de veículos menos poluentes, o banco vai diminuir gradualmente sua participação no financiamento à compra de ônibus e caminhões movidos a diesel por grandes empresas. Ela irá de até 50% em TJLP em 2017 para até 40% em 2018, caindo a no máximo 30% em 2019.

No caso de micro, pequenas e médias empresas, também haverá redução, mas a fatia em TJLP passa de 80% em 2017 a até 70% no ano que vem, chegando a um teto de 60% em 2019.

Redução de linhas

Com a nova política operacional anunciada nesta quinta-feira, a primeira mudança geral em nove anos, o BNDES viu seus instrumentos financeiros (linhas de financiamento, produtos, programas) caírem de 100 para 50.

Somente no Finem, linha para as grandes empresas e projetos, 22 diferentes linhas de crédito foram condensadas em quatro. Na verdade, são duas grandes linhas com sublinhas.

Na linha Incentivada A, os projetos podem ter até 80% em TJLP. Na linha Incentivada B, até 60% em TJLP. A linha Padrão A pode receber até 30% em TJLP, enquanto a Padrão B não terá crédito subsidiado. Nenhum projeto terá mais de 80% em TJLP.

“Programas são os que o BNDES executa como agente do governo. Todo o resto, vamos chamar de linhas”, explicou a presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, ressaltando que a nova política operacional simplifica as linhas de crédito.

Segundo a executiva, a política operacional anterior tinha uma lógica setorial e os produtos e programas de financiamento respondiam a isso. “Como o banco passou a atuar mais extensiva, essa coisa foi crescendo”, disse Maria Silvia, referindo-se à proliferação de linhas.

Para a presidente do BNDES, a ideia é que o papel do banco no futuro não seja mais definido pelo volume de empréstimos, mas sim pelo impacto de bons projetos. “Emprestar mais ou menos depende da demanda”, disse Maria Silvia. Segundo a executiva, o banco agora “quer emprestar muito para ter muito impacto na economia”.

Classificação de MPME

A nova política operacional do BNDES alterou a classificação de porte das micro, pequenas e médias empresas (MPME). O corte passou de R$ 90 milhões para R$ 300 milhões de receita operacional bruta anual para enquadramento na categoria.

A ideia é ampliar o acesso ao crédito a este segmento. A estimativa é que cerca de 1,5 mil empresas possam obter financiamento em melhores condições no BNDES.

Linha emergencial

O banco anunciou ainda a criação da Linha Emergencial, voltada para a retomada econômica de empresas localizadas em municípios afetados por calamidades naturais. Nesse caso o financiamento do investimento será 100% em TJLP.

05/01/2017

Prêmios para soja do Brasil quase dobram ante safra passada



Os prêmios oferecidos por compradores de soja nos portos brasileiros para embarque do grão em fevereiro estão 90 por cento acima do registrado no mesmo período da temporada passada, apesar da perspectiva de uma chegada antecipada de carregamentos ao mercado e de uma safra recorde no país.

Segundo especialistas, os prêmios oferecidos estão mais elevados numa tentativa de estimular as vendas de produtores, que têm ocorrido em volumes abaixo da média dos últimos anos, e refletem também uma boa demanda pelo grão do Brasil.

Compradores ofertaram prêmio de 0,57 dólar por bushel sobre o primeiro contrato da bolsa de Chicago para carregamento em fevereiro no porto de Paranaguá na quarta-feira, ante oferta de 0,30 dólar por bushel no mesmo período da safra passada, segundo dados da Thomson Reuters.

"Se jogassem um prêmio muito abaixo, não conseguiriam originar nada. Tem demanda firme e do outro lado o produtor está reticente em vender", destacou o diretor de commodities da INTL FCStone, Glauco Monte.

O Brasil está começando a colher uma safra recorde de mais de 100 milhões de toneladas em 2016/17 e os trabalhos deverão ser acelerados em janeiro, colocando no mercado grandes volumes em um período em que normalmente ainda seria de final de entressafra.

Contudo, as vendas antecipadas por parte dos produtores rurais estão muito baixas nesta temporada. Até dezembro, apenas 34 por cento da produção nacional já havia sido negociada, ante 44 por cento no mesmo período da temporada anterior e 40 por cento da média histórica, segundo levantamento da consultoria AgRural.

"A expectativa é uma safra muito boa no Brasil... e que a gente tenha uma colheita precoce. Os compradores estão aparecendo e os exportadores estão tentando tirar mais soja da mão do produtor", disse o analista Pedro Dejneka, presidente da AGR Brasil, em Chicago.

A retração dos agricultores deve-se aos preços relativamente baixos da soja em real, que são resultado de uma combinação entre os preços internacionais, a cotação do dólar e o prêmio no porto.

A soja foi negociada no porto de Paranaguá a 74,52 reais por saca na quarta-feira, segundo o indicador Cepea/BM&FBovespa, quase 24 por cento abaixo do pico do ano passado, registrado em junho e quase 9 por cento abaixo do registrado em 4 de janeiro de 2016.

As cotações da soja no mercado nacional estão pressionadas principalmente por uma queda no câmbio, o dólar era negociado a mais de 4 reais em janeiro de 2016, ante patamar atual de 3,20 reais.

Fonte: Agrolink

03/01/2017

Mapa libera R$ 100 milhões do seguro rural



O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) liberou nesta segunda-feira (26), mais R$ 100 milhões do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). O pagamento, realizado às seguradoras, que faz parte dos R$ 400 milhões previstos no orçamento deste ano para esse fim, “permite que o ministério se mantenha absolutamente em dia com tal compromisso”, disse o secretário de Política Agrícola, Neri Geller. Ele observou que tem feito grande esforço junto ao Ministério da Fazenda para viabilizar a execução e o pagamento de todo o orçamento previsto no programa, que é um dos que envolvem maior volume de recursos do Mapa.

Com a subvenção, o ministério paga parte do seguro adquirido pelo produtor, com margem que varia de 35% a 45% do valor do prêmio (preço). Os repasses às seguradoras estão sendo realizados dentro do cronograma previsto em contrato, no prazo de 90 dias após o recebimento da apólice.

Em reunião realizada com representante das seguradoras, em Brasília, o secretário de Política Agrícola, destacou o esforço do Mapa para executar o programa e cobrou melhorias nos produtos de seguro ofertados. “É preciso avançar nas condições e preços”, defendeu.

O seguro rural, voltado principalmente para enfrentar os riscos climáticos, cobre culturas como as de grãos, soja, milho e trigo, além de frutas, como a maçã e a uva.

Fonte: Suinocultura Industrial

Novos mercados são oportunidade para crescimento do agronegócio brasileiro



Os números do mercado indicam um crescimento no consumo de grãos e proteínas em todo o mundo. Essa expectativa é uma grande oportunidade de crescimento para a economia brasileira, segundo o engenheiro agrônomo, professor e pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), Marcos Favas Neves.

Em sua palestra com o tema “Tendências e Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro”, realizada no lançamento do Mapeamento da Suinocultura Brasileira, em novembro, o pesquisador apresentou números e projeções do mercado de alimentos no mundo, ressaltando o crescimento do agronegócio e o fato do Brasil ser visto como principal país com possibilidade de suprir a crescente demanda mundial de grãos e proteínas.

Ele ainda destaca a atenção para os novos mercados, que são fundamentais para o crescimento do agronegócio brasileiro nas exportações mundiais. “Mercados que antes não normalmente compravam nada chegam a movimentar hoje mais de US$ 2 milhões de dólares”, afirma ele.

Segundo o pesquisador, o Brasil deve ficar atento a países com grande população, poucos recursos produtivos e que estão se urbanizando, pois eles vão representar cada vez mais a chance de expansão para o mercado brasileiro.

Fonte: Suinocultura Industrial

30/12/2016

O que esperar do Agronegócio em 2017


O que esperar do agronegócio em 2017? Material elaborado pela CNA traça tendências para a agropecuária Assessoria Previsões do futuro são sempre arriscadas, mas quando estão balizadas em dados concretos e análises especializadas, tornam-se uma importante ferramenta para planejar os próximos passos de uma empresa ou de uma propriedade rural. Pensando nisso, a CNA (Confederação Nacional da Agricultura) divulgou o balanço da atividade agropecuária no ano de 2016 e as perspectiva para 2017.

O ano foi marcado por instabilidade política e imensas dificuldades econômicas, como inflação, aumento dos gastos públicos e encolhimento da economia. A esses desafios, o agronegócio respondeu com trabalho e produtividade. Apesar do fenômeno El Nino ter derrubado a safra nacional de grãos para o menor volume em seis anos, o setor mostra indícios de recuperação e se prepara para colher, em 2017, uma safra recorde.

Segundo a confederação, em 2016 o Paraná foi o Estado que apresentou a menor quebra na produção de grãos em relação ao ano anterior: apenas 5%. A projeção da CNA é que o PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio cresça 2% em 2017, enquanto o desempenho estimado para a economia é de expansão de 1,1%. A estimativa reflete a expectativa de uma boa safra e câmbio favorável, que devem influenciar positivamente os setores de insumos e produção primária.

Esse crescimento só não será maior por conta do baixo desempenho da agroindústria esperado para o próximo ano. No que se refere ao VBP (Valor Bruto de Produção) do setor agropecuário, a CNA observa que o cenário econômico internacional será o grande balizador dos preços das principais commodities agrícolas em 2017.

Com estoques mundiais em relativa normalidade e juros baixos nas economias desenvolvidas gerando especulação financeira em todo mundo, as inversões de capital externo não deverão ser aplicadas na produção e comercialização de produtos agropecuários.

Com isso, a previsão é que o VBP brasileiro atinja R$ 554,2 bilhões em 2017, um crescimento de 2,3% em relação a 2016. De acordo com a CNA, o crescimento do VBP deverá ser puxado pela agricultura, cuja expectativa para 2017 é de um faturamento de R$ 354,9 bilhões (3,4% a mais que em 2016). Para a pecuária, a projeção é de uma receita de R$ 199,2 bilhões (0,4% maior em relação a este ano).

As culturas que mais deverão contribuir para o aumento do VBP são o feijão, que deverá ter alta de 19,8%; algodão (alta de 15,1%); arroz (alta de 13,8%); milho, alta de 7,6%; frango (7,3%); laranja (7%) e soja, que deverá aumentar em 4,9%. Apesar da queda nas cotações da oleaginosa por conta das boas safras dos EUA e da Argentina, no Brasil é esperada uma safra recorde de 104 milhões de toneladas na temporada 2016/17.

Do outro lado, a CNA prevê queda no VBP do trigo deve encolher 17,6%; do cacau (queda de 11,1%); do café, queda de 6% por conta de quebra na produção de 11,4%; leite (queda de 4,6%) e carne bovina, cujo faturamento deve cair 0,5% como efeito da crise econômica que está levando o consumidor brasileiro a substituir a carne de boi pelo frango e pelo suíno.

Cadeias produtivas A produção de frangos no Brasil continuará crescendo uma média de 5% ao ano, atingindo em 2017, 14 milhões de toneladas. O país firma sua posição como segundo maior produtor mundial de frango, à frente da China e atrás dos EUA. A CNA estima que as exportações brasileiras devam crescer 5% no próximo ano, puxadas pela demanda dos países do Oriente Médio e da Ásia.

A produção mundial de milho deverá ser recorde na safra 2016/17 atingindo 1,023 bilhão de toneladas. Condições climáticas favoráveis e um aumento de área de 7,2% fazem com que os EUA mantenha a posição de principal produtor. No Brasil e na Argentina, houve aumento na área plantada e há expectativa de que o fenômeno La Nina favoreça a produtividade nas lavouras. A China, segundo maior produtor mundial, reduziu a área plantada em 5,6%. A área destinada ao milho verão no Brasil aumentou 4% nesta temporada, com isso, a produção estimada é de 27,7 milhões de toneladas contra 25,9 milhões de toneladas da safra anterior.

Para o milho safrinha, a estimativa é que seja plantada a mesma área do ano passado. A expectativa de produção recorde faz com que as cotações de milho no mercado internacional que já estão abaixo de US$ 4,00 o bushel baixem ainda mais no mercado interno.

A produção de frangos no Brasil continuará crescendo uma média de 5% ao ano, atingindo em 2017, 14 milhões de toneladas. O país firma sua posição como segundo maior produtor mundial, à frente da China e atrás dos EUA. A estimativa é que as exportações cresçam 5% no próximo ano, puxadas pela demanda dos países do Oriente Médio e da Ásia. No mercado doméstico, a procura por carne de frango e ovos continuará aquecida.


Fonte: CNHPress

28/12/2016

Aumento nas vendas de máquinas agrícolas: Produtores investem em tecnologia



Na propriedade onde o gerente de fazenda, Emerson Cézar é gerente, em Itapeva, são quase 800 hectares plantados com soja. A cultura é uma aposta para esse ano. Antes, o espaço era todo ocupado por gado e para dar conta do plantio, da pulverização, foi preciso investir em maquinário. Foram 12 no total que custaram quase R$ 4,5 milhões.

De janeiro a novembro, a venda de máquinas agrícolas no Brasil caiu 9% na comparação com o mesmo período do ano passado. Mas no segundo semestre, o setor mostra recuperação. É o que aponta o levantamento da Anfavea, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, de julho a novembro foram vendidas quase 22 mil máquinas. No segundo semestre do ano passado foram pouco mais de 18 mil unidades.

Um dos motivos para esse aumento nas vendas é a busca por novas tecnologias e quando se fala em inovação a Case IH é especialista no assunto, com a avançada agricultura de precisão (AFS) que permite, por meio de um software, ao produtor acessar todos os dados da lavoura pelo computador, é possível mapear a área plantada, o clima, a produtividade da área e muito mais, conheça os benefícios a Agricultura de Precisão na Carboni Case.
Fonte: Globo Rural

20/12/2016

Agropecuária Carboni celebra o ano de 2016


Com o objetivo de integrar e também agradecer, a Agropecuária Carboni promoveu na última sexta-feira (16) um jantar de confraternização com seus colaboradores, na localidade de Anta Gorda, em Videira.

Na ocasião estiveram presentes cerca de 240 pessoas, que participaram da homenagem aos colaboradores com mais tempo de serviço prestado a Agropecuária (de 10 a 35 anos), na oportunidade também foram premiadas as 03 melhores granjas, no quesito produtividade. E para fechar a noite de comemorações, um bingo de confraternização alegrou a noite de todos.

A Carboni completa 60 anos em 2017 e deseja que todos os colaboradores possam colher o resultado de sua dedicação, compromisso e amor plantados em 2016. Ano que vem estaremos juntos, gerando novas possibilidades.

14/12/2016

Nos próximos dez anos, ritmo de crescimento do agronegócio brasileiro será maior do que no resto do mundo

O desempenho do agronegócio brasileiro no período de 2016 a 2026 será melhor do que a média mundial para produtos como soja, milho, açúcar e carnes (bovina, suína e frango), aumentando a participação do País no mercado global. Apesar disso, não repetirá para os próximos dez anos a robusta taxa de crescimento apresentada na última década em relação à produção e às exportações das principais culturas.

A conclusão é do "Outlook Fiesp 2026 - Projeções para o Agronegócio Brasileiro", levantamento elaborado pelo Departamento de Agronegócio (Deagro) da Fiesp, que reúne diagnósticos e projeções do setor para a próxima década, em termos de produção, produtividade, consumo doméstico e exportações.

Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp, ressalta que "há muitos e grandes desafios de curto prazo, especialmente da situação econômica do País, que afetam diretamente o desempenho do agronegócio, mas também há muitas oportunidades". Skaf lembra que atualmente, 60% das exportações do setor passam por algum tipo de industrialização. "Precisamos abrir novos mercados, como o asiático, para aumentar essa proporção. Se o governo fizer o que precisa ser feito em termos de política comercial, alcançaremos números ainda mais significativos."

De acordo com o Outlook Fiesp 2026, a participação de mercado do Brasil nas exportações mundiais de soja, por exemplo, chegará a 49% em 2026, com crescimento anual de 4,6%, acima dos 2,7%, em média, dos demais produtores.

A projeção para o milho brasileiro, que passou a ser disputado no mercado internacional pela sua qualidade, é de crescimento anual de 8,8%, com a participação nas exportações mundiais indo a 23% ao final do período projetado. Para a safra 2025/2026, estima-se aumento de 21% no consumo interno, puxado pelo setor de proteínas animais.

Segundo o gerente do Deagro, Antonio Carlos Costa, 2017 também pode marcar o início da recuperação para as carnes, como a de frango e suína, que enfrentaram uma "tempestade perfeita" em 2016, com aumentos históricos dos custos de produção, somados ao consumo estagnado por conta da redução do poder de compra da população.

Mesmo com uma recuperação da economia em ritmo menor do que o esperado, esses segmentos devem ser os um dos primeiros a se beneficiar com uma melhora da conjuntura macroeconômica. O milho também deve contribuir para que o próximo ano seja melhor, com os preços voltando à paridade de exportação a partir da recuperação esperada para a segunda safra.

A projeção para os próximos dez anos para a carne suína também é favorável, com crescimento anual das exportações de 3,0% - contra retração de 1,2% ao ano na década anterior - e participação no mercado internacional de 10%. A carne de frango manterá sua expressiva fatia do mercado global, com 41% do total comercializado.

Riscos
O gerente do Deagro explica que o agronegócio já mostrou que não está blindado do que ocorre na economia brasileira, já que a queda na renda e na confiança do consumidor atingem o consumo de alimentos mais elaborados, e a situação fiscal do País lança um enorme desafio para a política agrícola brasileira - especialmente para o crédito e o seguro rural, instrumentos fundamentais para assegurar o desempenho futuro. O primeiro impacta diretamente os investimentos, com consequências para a produtividade das lavouras. Além disso, o ponto de equilíbrio do câmbio e o possível surgimento de uma onda protecionista jogam elementos adicionais de preocupação no curto prazo. "Para o país que detém o maior superávit comercial do agronegócio do mundo, movimentos protecionistas são ruins por princípio. No entanto, temos que estar atentos a oportunidades, mesmo com este horizonte, como uma maior aproximação com a Ásia, por exemplo".

Fonte: FMC News

Preços dos suínos em alta na granja e no atacado





O mercado de suínos teve nova alta nesta semana. A demanda ainda não teve a melhora esperada pelo setor, no entanto, a reposição de estoques esteve ativa, na expectativa de melhora nas vendas na ponta final da cadeia.

Nas granjas de São Paulo, a arroba do animal terminado está cotada, em média, em R$85,00, alta de 3,7% nos últimos sete dias. A média de preços de dezembro já supera todos os meses deste ano.

No atacado, a valorização na semana foi de 6,3%, a carcaça especial passou de R$6,30/kg para os atuais R$6,70/kg.

As exportações em novembro continuaram em bom ritmo. Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o país embarcou 58,3 mil toneladas de carne suína in natura no mês, um aumento de 9,5% em relação ao mês anterior e alta de 5,6% na comparação com igual período de 2015.

Para os próximos dias, o incremento nas vendas deve ocorrer com a proximidade das festividades de final de ano.








Fonte: Scot Consultoria

29/11/2016

Preço de suínos está mais competitivo do que carne bovina no atacado






Os preços da carne suína, no atacado da Grande São Paulo, ganharam competitividade em relação à carne bovina ao longo deste mês, na comparação com o registrado em novembro de 2015 e 2014. A constatação é de pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-USP), em análise semanal sobre o setor.
         Segundo os estudiosos, a diferença entre a carcaça casada bovina e a especial suína está em R$ 3,82/kg neste mês, ante R$ 3,35/kg em novembro de 2015 e de R$ 1,39/kg em novembro de 2014. O Cepea destaca que os preços da carne suína tendem a subir no fim do ano, impulsionados pela época de Festas Natalinas, já que os frigoríficos se antecipam iniciando a formação de estoques.

No entanto, neste mês, apesar da melhora da demanda, os valores estão praticamente estáveis. Na parcial deste mês (até o dia 22), a carcaça especial suína é negociada, em média, a R$ 6,21/kg, valor 0,3% menor que o de novembro/15 e quase 20% inferior ao de novembro/14. Já a carcaça casada bovina apresenta média de R$ 10,03/kg, a maior para um mês de novembro, em termos nominais, 3% acima da de novembro/15 e 11,3% superior à de novembro/14.

Fonte: Globo Rural

Pesquisa da Epagri de Caçador vira referência na produção de tomate em todo país





O tomate produzido em Santa Catarina ganha a mesa dos brasileiros por todo o país. A cultura agrícola é importante para o estado, já que movimenta a economia como, por exemplo, na região Meio-Oeste, onde estão as maiores áreas plantadas. Mas a atividade tem um desafio: se tornar mais sustentável. Neste sentido é que a Epagri, através da Estação Experimental de Caçador, desenvolve um trabalho de pesquisa que vem avançando ao longo dos anos. A maior conquista veio no último dia 10 de novembro, com homologação da norma técnica específica da produção integrada do tomate no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A notícia foi comemorada pelos pesquisadores que estão à frente desse trabalho. Eles vislumbram, a partir de agora, uma produção mais sustentável, com custo menor das lavouras e tomates mais saudáveis ao consumidor final. “Foram 13 culturas agrícolas que tiveram a publicação da norma técnica de produção integrada, entre elas o tomate de mesa, o que referenda o trabalho de pesquisa realizado principalmente pela Estação Experimental de Caçador desde 2004”, comenta o engenheiro agrônomo Walter Ferreira Becker.
Segundo o especialista, o documento tem 15 itens que serão referência para a produção de tomate no Brasil nos próximos anos. As bases vão desde a escolha do terreno, preparação do solo, adubação, manejo de pragas e doenças, sistema de alertas, comercialização, entre outras metodologias.
“O grande destaque da produção integrada é o menor custo da lavoura, 35% menor do que na produção convencional. Mas também há outros benefícios: segurança jurídica aos agricultores em relação às questões ambientais e trabalhistas e alimentos livres de agrotóxicos”, acrescenta Becker, lembrando que os agricultores que adotarem as boas práticas terão acesso ao selo Brasil Certificado, através do INMETRO, valorizando o produto no mercado.
A partir de agora o projeto entra na quarta etapa, que é a formação da assistência técnica qualificada, para que a metodologia chegue aos agricultores brasileiros. Na Itália, por exemplo, 97% do tomate é de produção integrada e 3% orgânico.

Para o chefe da Estação Experimental de Caçador, Renato Luis Vieira, a homologação da NTE reforça a importância do trabalho de pesquisa da Epagri. “Com o apoio e investimentos do Governo de SC, a Epagri tem contribuído as várias cadeias produtivas do setor agrícola, pela geração de informações e tecnologias atualmente aplicadas pelo setor produtivo, o que tem contribuído de forma expressiva para colocar o estado no cenário nacional como referência na produção de frutas, hortaliças e vários outros produtos agrícolas”, afirma.

Fonte: Epagri

24/10/2016

Agropecuária Carboni apresenta nova marca

A Agropecuária Carboni apresenta sua nova marca ao mercado. Evolução, tecnologia, inovação, saúde, conforto animal e respeito ao meio ambiente são conceitos retratados.

As tonalidades em verde fazem alusão a preservação e respeito ao meio ambiente, os traços arredondados e crescentes significam a preocupação da empresa com a inovação constante e expansão. O conjunto das formas, simbolizam os campos e os vales, tão comuns na região onde a empresa está inserida, fortalecendo o compromisso com o desenvolvimento regional.

A Agropecuária Carboni, iniciou seu programa de crescimento em suinocultura no ano de 2011, para isso, instalou novas granjas, operando com o que há de mais moderno em tecnologia para o setor.

Em Caçador–SC, está localizada uma das unidades Carboni que é considerada uma das granjas mais modernas na América Latina, produz as matrizes TN10. Possui baias coletivas para 100% das matrizes em gestação, assim elas podem escolher as áreas para deitar, constituir seu grupo de convivência, a hora e a quantidade de alimento a ingerir assim as disputas e situações estressantes são reduzidas.

Como multiplicadora de materiais genéticos de diversas empresas, a Agropecuária Carboni tem estratégias rigorosas que garantem animais com alto potencial genético e sanitário. Para isso, são investidos recursos em áreas como biossegurança que envolvem a utilização de veículos próprios e exclusivos para cada granja, barreiras sanitárias, lavador próprio para veículos de serviço, além da monitoria laboratorial constante de seus plantéis.

Essa nova marca, não é só da Agropecuária Carboni, mas de todos aqueles, que acreditam no trabalho e principalmente na inovação como ferramentas para o desenvolvimento.